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Arquitetos propõem política habitacional

Entidades da categoria propõem política habitacional com múltiplas soluções e apresentam carta-aberta aos candidatos com 53 propostas, várias sobre moradia social

Rocinha

Contendo ao todo 53 propostas, o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil e o Instituto de Arquitetos do Brasil lançaram a “Carta Aberta aos Candidatos nas Eleições de 2018 pelo Direito à Cidade”.

“Nossas cidades pedem socorro, o Brasil tem competência técnica para tratar dos problemas urbanos e não faltam planos ou leis para tanto”, afirma o documento. “No entanto, é imperativo implementá-los, o que exige uma assertiva decisão política para colocar em prática uma reforma urbana baseada na função social da cidade prevista na Constituição de 1988 e regulamentada pelo Estatuto da Cidade”. Leia+Mais→

Atuação no mercado exterior

CAU/SP quer pequenos e médios escritórios de Arquitetura atuando no mercado exterior

causp

O CAU/SP – Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo está desenvolvendo um projeto de capacitação de pequenos e médios escritórios brasileiros de Arquitetura com foco no mercado internacional. “Podemos fazer muito mais se os nossos profissionais e escritórios estiverem capacitados para competir no exterior”, acredita José Roberto Geraldine Jr., presidente do CAU/SP.

Tocado em parceria com outras entidades do setor (Ministério das Relações Exteriores, Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura, e Apex-Brasil – Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), o projeto pretende implementar um programa contínuo de orientação para a montagem de estruturas voltadas à exportação, gerando empregos e renda, além de estimular as participações dos escritórios em eventos internacionais do setor e também promover interações e parcerias com programas governamentais em atividade. Leia+Mais→

CAU critica MP do Saneamento Básico

Para entidade, proposta afronta o desenvolvimento saudável de nossas cidades

cau

A reforma do marco legal do saneamento básico proposta pela Medida Provisória 844/18, publicada dia 9 de julho no Diário Oficial, “é uma afronta ao desenvolvimento saudável de nossas cidades por sobrepor o interesse das empresas que operam no setor do saneamento básico ao interesse público”, no entendimento do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil.

Segundo manifesto da entidade, a MP fere a autonomia municipal ao impor aos municípios o chamamento público para demonstração de interesse do setor privado na prestação dos serviços. Hoje eles têm liberdade para decidir entre a operação direta, contratada ou consorciada com vizinhos. Leia+Mais→