Com o tema do Pavilhão Brasileiro “Muros de Ar” Triptyque Architecture apresenta projeto na Bienal de Arquitetura de Veneza – o edifício URBAN FOREST, o primeiro edifício em madeira no Brasil (Vila Madalena – São Paulo), previsto para 2020.

Uma colaboração entre a empresa de florestamento AMATA e o escritório franco-brasileiro Triptyque Architecture. O primeiro edifício de madeira no Brasil, previsto para 2020. De uso misto de 13 andares com área total de 4.700 m² permite múltiplos usos, como co-working, co-living, lojas e restaurantes. Ambos os espaços, comum e privado, interagem com a cidade e o público.

O projeto URBAN FOREST tem como proposta criar uma ligação entre o interior e exterior do ambiente construído. Entre o público e o privado, espaços que convidam adentrar o projeto em suas áreas comuns, desconstruindo “Muros” físicos e mentais aos quais vivemos aprisionados. Um novo olhar sobre projetos arquitetônicos e sobre a construção que possibilita transposições culturais, que integra disciplinas, resignifica comportamentos, conceitua novas ambiências e amplia perspectivas éticas.

A escolha de materiais biológicos na arquitetura dimensiona uma nova maneira de viver com mais consciência, questiona as formas de pensar e fazer arquitetura.
O uso da madeira como material estrutural é um modelo para a arquitetura urbana sustentável: a madeira é o único material de construção renovável e que retém o gás carbônico acumulado em todo o seu ciclo de vida.

URBAN FOREST representa a aplicação da naturalização da arquitetura e propicia uma experiência sensorial total, metáfora de uma floresta urbana habitável, a madeira visível e invisível, o uso da vegetação e da paisagem. Com silhueta escalonada, integra-se perfeitamente na topografia desnivelada do bairro a Vila Madalena em São Paulo, criando um passeio arquitetônico amigável que convida ao convívio e inspira.

A 16º edição da Bienal de Arquitetura que acontecerá até 25 de novembro e foi apresentada para a imprensa em primeira mão nos dias 24 e 25 de maio nos famosos Giardini, no Arsenale e em outros lugares da cidade italiana tem a curadoria das irlandesas Yvonne Farrell e Shelley McNamara, vencedoras do Leão de Prata de 2012, se chamará “Freespace”.

A Bienal se focalizará na “capacidade da arquitetura de oferecer espaços livres e suplementares a quem faz uso deles” e, por isso, o “freespace” representará “a generosidade de espírito e o sentido de humanidade que a arquitetura coloca no centro da própria agenda”. Para explicar o “freespace”, as curadoras usaram como exemplo o trabalho feito pela arquiteta de origens italianas Lina Bo Bardi no Museu de Arte de São Paulo, o Masp, na qual a projetista decidiu “tirar” a construção do chão “não por orgulho estético, mas para criar uma vista que permitisse que qualquer um visse a cidade do alto”. Um manifesto teórico sobre o tema da mostra fala da “oportunidade de enfatizar os dons gratuitos da natureza, como o da luz – a luz do sol, da lua -, o do ar, a da força da gravidade, e dos materiais – os recursos naturais e artificiais” e do fato de que a bienal “pode ser um espaço de oportunidade, um espaço democrático, não ‘programático’ e livre para usos ainda não definidos”.

Serviço:
16º edição da Bienal de Arquitetura de Veneza
Brasil – http://www.labiennale.org/en/architecture/2018/national-participations/brazil

Triptyque Architecture
(11) 3081-3565
http://triptyque.com